AQIA COFFEE

Ativos funcionais exclusivos derivados do café das espécies Arábica e Robusta

O grão de café possui uma composição rica em insaponificáveis, lipídeos, minerais, aminoácidos e Niacina (vitamina B3).

Entre os compostos mais estudados do café destacam-se:

  • Ácidos clorogênicos: Polifenóis com reconhecidas propriedades antioxidantes.
  • Cafeína: Xantina bastante utilizada em produtos cosméticos devido às suas propriedades drenantes e suavizantes.
  • Insaponificáveis: Poderosos agentes antioxidantes (cafestol e caveol) e ativos biológicos com inúmeros benefícios para aplicações cosméticas bem como propriedades de absorção da radiação UV e consequente aumento na proteção solar.

Cultura do café no Brasil

Considerado uma das grandes riquezas brasileiras, o desenvolvimento da cultura do café confunde-se com a própria história do País devido a sua grande importância econômica e social, que acelerou o desenvolvimento e a inserção do Brasil no comércio internacional. Além de fomentar o surgimento de cidades, construções de ferrovias e portos para o escoamento do grão, trouxe imigrantes para o país e intensificou movimentos culturais. 

Consumo

Em virtude de seu elevado consumo, os potenciais efeitos na saúde causados por esta bebida suscitaram, desde cedo, o interesse da comunidade científica. Atualmente, o Brasil é responsável por 30% da produção mundial, sendo o primeiro produtor de café e o segundo mercado consumidor.

Uma história

Fundada em 1932 como cooperativa de crédito agrícola, transformou-se em 1957 na Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé, ano em que iniciou as atividades de recebimento, processamento e comercialização de café.

Perfil do cooperado

96.80% dos cooperados da Cooxupé são mini e pequenos produtores. A agricultura familiar é a principal fonte de renda desses cafeicultores que integram a produção do grão no Sul de Minas e Cerrado Mineiro e no Vale do Rio Pardo, no estado de São Paulo.

Responsabilidade ambiental

O meio ambiente é foco de vários projetos que integram a atividade ambiental da Cooxupé. Ações de conservação e de conscientização, que envolvem crianças e adultos, são realizadas constantemente para uma convivência harmônica entre homem e a natureza. A sustentabilidade é a principal mensagem difundida pela cooperativa para a preservação dos recursos naturais.

Rastreabilidades dos grãos

Os cafés da Cooxupé tem garantia de rastreabilidade de todo o grão, quanto à origem e até mesmo os insumos utilizados nas lavouras. Para garantir a procedência do produto, os processos de tecnologia da informação da cooperativa recebem investimentos permanentemente.

Laboratório de controle de qualidade

Equipado com tecnologia de ponta e dirigido por profissionais altamente capacitados, o Laboratório de Controle de Qualidade de Café é o local onde são recebidas as amostras de cafés para serem separadas e classificadas.

Café

Planta exótica que pertence à familia das Rubiáceas, do gênero Coffea. Entre dezenas de espécies, somente duas têm importância econômica no mercado mundial: Arábica (Coffea arabica L.) e Conilon (Robusta – Coffea canephora Pierre). A bebida do café produzida a partir dos frutos destas duas espécies produzem sabores e aromas bem distintos. São os chamados blends, ou seja, a harmonização alcançada com o equilíbrio entre os dois grãos.

Tipos de café

Extração dos ingredientes

O grão do café passa por diferentes estágios de maturação, que são identificados como: verde, cereja (grãos maduros, no ponto ideal para colheita) e bóia (grãos mais leves e secos, com estágio de maturação mais adiantado ou malformados).

No período de maturação dos frutos ou etapa de amadurecimento, as mudanças metabólicas se aceleram e ocorrem alterações importantes nas características físicas e na composição química dos grãos.

Essas alterações influenciam diretamente o sabor e o aroma do produto final, além de interferirem nas propriedades funcionais do café. Como por exemplo, os compostos fenólicos, dentre os quais se destacam os ácidos clorogênicos, que decrescem durante a maturação e apresentam uma relação direta com a qualidade da bebida. Os frutos no estágio cereja são ideais para a colheita pois, por estarem no estado perfeito de maturação, sua casca, polpa e semente têm composição química adequada.

Grãos

Os grãos possuem alta concentração de compostos voláteis, responsáveis pelo aroma e sabor, além de uma polpa muito úmida com altos teores de açúcar e mucilagem. Apresentam maior atividade da polifenoloxidase e maior peso de grãos, baixos teores de cafeína e fenólicos totais, além de baixos valores de lixiviação de potássio.

Já os frutos no estágio de maturação verde apresentam teores mais elevados de fenólicos totais, além de cinza, potássio, proteína bruta, fibra bruta e cafeína, com elevados valores de lixiviação de potássio.

Essa composição explica o fato de grãos colhidos verdes darem origem a uma bebida de qualidade inferior, entretanto são extremamente recomendados para preparações com alto valor funcional, enquanto que os frutos no estágio cereja são ideais para a obtenção de uma bebida de excelente qualidade, com aroma e sabor agradáveis.

Composição

A maior estrela química do café – a cafeína – é uma xantina com efeito comprovadamente estimulante do sistema nervoso central (SNC) e do músculo cardíaco.

Outro grupo de destaque é o do ácido clorogênico e seus derivados di, tri e tetra esterificados, que apresentam elevada atividade antioxidante. O terceiro grupo de substâncias de destaque presentes no grão do café cru é o dos lipídeos, constituintes majoritários do óleo.

Óleo de café

No caso do óleo de café, rico em triglicerídeos e ácidos graxos livres, ocorre, ainda, a presença de diterpenos cauranos, cafestol e caveol, relacionados com o metabolismo lipídico.

Por fim, a trigonelina, um dos alcalóides do café, que é parcialmente transformada durante a torrefação, produzindo outros compostos bioativos, como a niacina ou vitamina B3, que desempenha importante papel no metabolismo energético celular e na reparação do DNA.

GREEN COFFE OIL

Óleo integral extraído da prensagem a frio das sementes do café verde da espécie Arábica. Altamente concentrado em insaponificáveis, principalmente cafestol e caveol (aproximadamente 10%). Possui alta concentração dos ácidos graxos palmítico e linoleico. Possui ação antioxidante, devido a presença de cafestol e caveol, que atuam na defesa das células contra o estresse oxidativo, protegendo danos ao DNA.

Apresenta ainda ação anti-inflamatória conferida pela presença de diterpenos. Promove a reposição do manto hidrolipídico natural da pele, evitando a desidratação. Indicado para o tratamento da pele seca e reativa. Possui grande capacidade de regeneração dos tecidos.

GREEN COOFFE BUTTER

Manteiga vegetal obtida da prensagem a frio das sementes do café verde da espécie Arábica combinado com frações especiais de triglicerídeos vegetais saturados. Apresenta nível de matéria insaponificável de aproximadamente 1%. Sob a forma de manteiga o Green Coffee Butter permite uma reestruturação, uma alta hidratação e renovação da barreira epidérmica.

Além da sensorialidade perceptível para pele e cabelo, a manteiga confere todos os benefícios antioxidantes e anti-inflamatórios do café.

GREEN COOFFE MCT

Concentrado lipofílico formado pelo óleo integral das sementes do café verde da espécie Arábica, obtido através da prensagem a frio, balanceado com ésteres derivados do coco (triglicerídeos dos ácidos cáprico e caprílico). Padronizado em insaponificáveis, aproximadamente 2%.

Possui ação antioxidante, anti-inflamatória e promove a reposição do manto hidrolipídico natural da pele, evitando a desidratação. Proporciona maciez e condicionamento a pele e aos cabelos.

GREEN COOFFE PW

Óleo integral obtido da prensagem a frio das sementes do café verde da espécie Arábica microencapsulado em biosílica vegetal e padronizado em aproximadamente 4% de insaponificáveis. 

Produto sob a forma pó.

GREEN COOFFE SCRUB

Micro grânulos obtidos da torta do café verde com leve ação esfoliante. Auxilia a renovação da superfície da pele e contribui para uma textura macia e suave. Fração em pó extraído diretamente da semente do café verde, na forma integral.

Contém de 8 a 10% de ácido clorogênico e aproximadamente 2% de cafeína.

GREEN COFFE MICRO

Biomassa do café verde Conilon (Robusta) ultra-micronizada, resultando em produto na forma de pó microfino. Devido ao seu processo de extração, mantem todos os seus principais componentes, dentre eles, ácidos clorogênicos, cafeína, glucídios, pectina, proteínas e minerais.

Ideal para aplicação em produtos para makeup com atividade antioxidante e antienvelhecimento e também em pó descolorante.

CHERRY COFFEE OIL

Óleo integral extraído por prensagem a frio das sementes torradas do café cereja da espécie Arábica. Apresenta alto nível de material insaponificável (aproximadamente 10%), rico nos diterpenos cauranos: cafestol e caveol. A presença de diterpenos atua na defesa das células contra o estresse oxidativo. O óleo de café cereja é um agente emoliente e lubrificante para pele e cabelos. Sua alta concentração de compostos voláteis responsáveis pelo aroma o torna um potente aromatizante, 100% natural.

O café cereja possui coloração intensa o que possibilita seu uso como corante. Rico em ativos antioxidantes, que protegem as células dos danos ao DNA. A cafeína é considerada um ergogênico natural e atua como estimulante.

BIBLIOGRAFIA

ARRUDA, N.P. et al. Ácidos clorogênicos (CGA), fenólicos totais e atividade antioxidante em café arábica verde de diferentes estádios de maturação. 32ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Química (SBQ), 2009.

EL HALAL, S.L.M. Composição, processamento e qualidade do café. Pelotas, 2008.

LIMA, F.A. et al. Café e saúde humana: um enfoque nas substâncias presentes na bebida relacionadas às doenças cardiovasculares. Revista de Nutrição. vol.23 no.6. Campinas, Novembro, Dezembro, 2010.

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TSUKUI, A., OIGMAN, S.S., REZENDE, C.M. Óleo de grãos de café cru: diterpenos cafestol e caveol. Rev. Virtual Quim., 2014, 6 (1), 16-33. Data de publicação na Web: 3 de agosto de 2013.

BRASÍLIA. Ministério da Educação, Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica. Cartilha Café Coffee. Brasília, 2005.

REVISTA CAFEICULTURA. Arabica e robusta. Set, 2014.

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